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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Oportunidade de estágio: Programa Estágio Sem Fronteiras 2012.2

Se você é criativo, determinado e gosta de desafios, nós queremos você!

Participe do Programa de Estágio Sem Fronteiras da TIM!


Pré-requisitos:
· Ter previsão de formatura entre dezembro/2013 e dezembro/2014, exceto para o curso de Engenharia e TI que será considerada a previsão atédezembro/2015;
· Conhecimentos intermediários de inglês.

Cursos Elegíveis: Administração, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Ciências Econômicas, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Comunicação Social - Jornalismo, Comunicação Social - Relações Públicas, Direito, Engenharia Ambiental (somente RJ), Engenharia Civil (somente SP), Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Eletrônica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Telecomunicações, Estatística, Informática, Marketing, Matemática, Psicologia e Sistemas de Informação.

O que oferecemos: Bolsa auxílio compatível com o mercado, Assistência Médica e Odontológica, Vale-refeição, Vale-transporte integral, Seguro de vida, Smartphone funcional.


Programa de desenvolvimento:
· Semana do estagiário;
· Encontro Anual;
· Concurso Sem Fronteiras;
· Treinamentos.

Inscreva-se até 19/08/2012 em: www.tim.com.br -> sobre a tim -> carreira -> oportunidades -> programa estagio sem fronteiras.

domingo, 11 de março de 2012

AS DUAS FREIRAS (MATEMÁTICA E LÓGICA)

E para descontrair um texto que eu encontrei na net...


Duas freiras saíram do convento para vender biscoitos. Uma é conhecida como Irmã Matemática (M) e a outra é conhecida como Irmã Lógica (L):
M - Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento!
L - Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hora?
M - Sim, o que será que ele quer?
L - É lógico! Ele quer nos estuprar.
M - Oh não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos alcançar em no máximo 15 minutos. O que vamos fazer?
L - A única coisa lógica a fazer é andarmos mais rápido!
M - Não está funcionando.
L - Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele também começou andar mais rápido.
M - E agora, o que devemos fazer? Ele nos alcançará em 1 minuto!
L - A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar! Você vai para aquele lado que eu vou para este lado.
Ele não poderá seguir nós duas.
Então o homem decidiu seguir a Irmã Lógica.
A Irmã Matemática chegou ao convento preocupada com o que poderia ter acontecido à Irmã Lógica.
Passou um bom tempo e eis que a Irmã Lógica chega.
M - Irmã Lógica!! Graças a Deus você chegou! Me conte o que aconteceu!!
L - Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir nós duas então ele optou por me seguir.
M - Então, o que aconteceu?
L - O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia também…
M - E?
L - Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.
M – Oh, meu Deus! O que você fez?
L - Eu fiz o lógico, levantei meu hábito.
M - Oh, Irmã!!!! E o que o homem fez?
L - Ele também fez o lógico e abaixou as calças.
M - Oh, não!!!!! O que aconteceu depois?
L - Não é óbvio, Irmã? Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido do que um homem com as calças abaixadas!!!!!
SE VOCÊ PENSOU EM OUTRO FIM PARA A HISTÓRIA, PEÇA A DEUS PARA TIRAR TODOS ESSES MAUS PENSAMENTOS DA SUA MENTE.
CABEÇÃO!!!
SEU(SUA) PERVERTIDO(A)!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ramos da Engenharia


A engenharia, é uma ciência bastante abrangente que é muitas vezes subdividida em diferentes ramos ou especialidades. Cada uma destas especialidades preocupa-se com um determinado tipo de tecnologia ou com um determinado campo de aplicação. Apesar de inicialmente um engenheiro se formar normalmente numa especialidade específica, ao longo da sua carreira na maioria dos casos, irá tornar-se polivalente, penetrando com o seu trabalho em diferentes áreas da engenharia.
Historicamente, existiam a engenharia militar e a engenharia naval. A partir da engenharia militar começou por desenvolver-se o ramo da engenharia civil. Posteriormente, a engenharia civil (em sentido lato) subdividiu-se em cinco especialidades tradicionais:
  • Engenharia civil (em sentido restrito) - vocacionada para o projeto e construção de obras públicas e particulares, como infraestruturas, estradas, pontes e edifícios;
  • Engenharia mecânica - vocacionada para o projeto de sistemas mecânicos, como máquinas e veículos;
  • Engenharia elétrica - vocacionada para o projeto e o estudo de sistemas de produção e de aplicação da eletricidade, como geradores, motores elétricos e telecomunicações;
  • Engenharia química - vocacionada para a execução de processos químicos industriais em larga escala, bem como para desenvolver novos materiais e produtos químicos;
  • Engenharia de minas - vocacionada para o estudo e o desenvolvimento de processos de extração e de processamento de minerais.
Paralelamente, algumas das ciências agrárias aproximaram-se da engenharia e acabaram por nela se integrar, originando especialidades como:
  • Engenharia agronómica - vocacionada para a concepção e exploração de processos agropecuários;
  • Engenharia florestal - vocacionada para a exploração das florestas e para a produção de produtos florestais;
  • Engenharia zootécnica - vocacionada para o desenvolvimento das pecuária.
Com o surgimento das engenharias relacionadas com a agricultura, surge a dicotomia entre estas e a engenharia industrial que agrupa as especialidades tradicionais da engenharia civil, mecânica, elétrica, química e de minas. A engenharia industrial irá contudo deixar de ser um agrupamento de especialidades e tornar-se ela própria numa especialidade da engenharia, vocacionada para o aperfeiçoamento de processos e da gestão industrial através da integração dos fatores tecnológicos, humanos e económicos.
Posteriormente, com o rápido avanço da tecnologia, foram-se desenvolvendo e ganhando proeminência diversos novos campos da engenharia, como o dos materiais, produção, aeronáutica, computação, informática, eletromecânica, mecatrónica, robótica, nanotecnologia, nuclear, molecular, ambiente, alimentar e muitos outros. Alguns dos novos campos da engenharia resultam da subdivisão de especialidades tradicionais ou, pelo contrário, da combinação de diferentes especialidades.

O prestígio da engenharia fez com que áreas fora dela também a ela se quisessem associar. Surgiram assim campos exteriores ao que convencionalmente é considerado engenharia, mas também referidos como tal, sendo alguns exemplos a "engenharia jurídica", a "engenharia financeira" ou a "engenharia comercial".
Quando uma nova área da engenharia emerge, normalmente é inicialmente definida como uma sub-especialidade ou como uma derivação de especialidades já existentes. Frequentemente, existe um período de transição entre o aparecimento do novo campo e o crescimento do mesmo até ter uma dimensão ou proeminência suficientes para poder ser classificado como nova especialidade da engenharia. Um indicador chave para essa emergência é o número de cursos criados nessa especialidade nas principais instituições de ensino superior.
Existe uma considerável sobreposição de matérias comuns a todas as especialidades da engenharia. Quase todas elas, por exemplo, fazem grande aplicação da matemática, da física e da química.

Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Engenharia de software


Engenharia de software é uma área do conhecimento da computação voltada para a especificação, desenvolvimento e manutenção de sistemas de software aplicando tecnologias e práticas de gerência de projetos e outras disciplinas, objetivando organização, produtividade e qualidade.
Atualmente, essas tecnologias e práticas englobam linguagens de programação, banco de dados, ferramentas, plataformas, bibliotecas, padrões, processos e a questão da Qualidade de Software.

Os fundamentos científicos para a engenharia de software envolvem o uso de modelos abstratos e precisos que permitem ao engenheiro especificar, projetar, implementar e manter sistemas de software, avaliando e garantindo suas qualidades. Além disso, a engenharia de software deve oferecer mecanismos para se planejar e gerenciar o processo de desenvolvimento de um sistema de informação Sistema computacional, pois ambos se confundem.

Friedrich Ludwig Bauer foi o primeiro a defini-la como sendo: "Engenharia de Software é a criação e a utilização de sólidos princípios de engenharia a fim de obter software de maneira econômica, que seja confiável e que trabalhe eficientemente em máquinas reais". O próprio significado de engenharia já traz os conceitos de criação, construção, análise, desenvolvimento e manutenção.

A Engenharia de Software se concentra nos aspectos práticos da produção de um sistema de software, enquanto a ciência da computação estuda os fundamentos teóricos dos aspectos computacionais.
O termo foi criado na década de 1960 e utilizado oficialmente em 1968 na NATO Conference on Software Engineering (Conferência sobre Engenharia de Software da OTAN). Sua criação surgiu numa tentativa de contornar a crise do software e dar um tratamento de engenharia (mais sistemático e controlado) ao desenvolvimento de sistemas de software complexos. Um sistema de software complexo se caracteriza por um conjunto de componentes abstratos de software (estruturas de dados e algoritmos) encapsulados na forma de procedimentos, funções, módulos, objetos ou agentes e interconectados entre si, compondo a arquitetura do software, que deverão ser executados em sistemas computacionais.

Os fundamentos científicos envolvem o uso de modelos abstratos e precisos que permitem ao engenheiro especificar, projetar, implementar e manter sistemas de software, avaliando e garantindo suas qualidades. Além disto, deve oferecer mecanismos para se planejar e gerenciar o processo de desenvolvimento. Empresas desenvolvedoras de software passaram a empregar esses conceitos sobretudo para orientar suas áreas de desenvolvimento, muitas delas organizadas sob a forma de Fábrica de Software.

A Engenharia de Sistemas é uma área mais ampla por tratar de todos os aspectos de sistemas baseados em computadores, incluindo hardware e engenharia de processos além do software .

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Engenharia Genética


A Engenharia Genética é um conjunto de técnicas que envolvem a manipulação de genes de um determinado organismo, geralmente de forma artificial. Esta manipulação envolve duplicação, transferência e isolamento de genes, com o objetivo de produzir organismos geneticamente melhorados para desempenharem melhor suas funções e produzir substâncias úteis ao homem.
Através da engenharia genética muitos hormônios passaram a ser produzidos por bactérias com DNA modificado, como por exemplo, a insulina, que era produzida por animais e causava alguns efeitos colaterais indesejáveis em seres humanos. O hormônio de crescimento era extraído da hipófise de cadáveres e houve casos de pessoas que se contaminaram com uma doença neurológica chamada Creutzfeldt-Jakob.


Fonte: InfoEscola

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

História e engenharia



O conceito de engenharia existe desde a antiguidade, a partir do momento em que o ser humano desenvolveu invenções fundamentais como a polia, a alavanca e a roda. Cada uma destas invenções é consistente com a moderna definição de engenharia, explorando princípios básicos da mecânica para desenvolver ferramentas e objetos utilitários.
O termo "engenharia" em si tem uma etimologia muito mais recente, derivando da palavra "engenheiro", que apareceu na língua portuguesa no início do século XVI e que se referia a alguém que construía ou operava um engenho. Naquela época, o termo "engenho" referia-se apenas a uma máquina de guerra como uma catapulta ou uma torre de assalto. A palavra "engenho", em si, tem uma origem ainda mais antiga, vindo do latim "ingenium" que significa "génio" ou seja uma qualidade natural, especialmente mental, portanto uma invenção inteligente.
Mais tarde, à medida que o projeto de estruturas civis - como pontes e edifícios - amadureceu como uma especialidade técnica autónoma, entrou no léxico o termo "engenharia civil" como forma de distinção entre a atividade de construção daqueles projetos não militares e a mais antiga especialidade da engenharia militar.

 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Engenharia



Tradicionalmente, a engenharia lidava apenas com objetos concretos e palpáveis. Modernamente, porém, esse cenário mudou. A engenharia lida agora também com entidades não-palpáveis, tais como custos, aplicações informáticas e sistemas.
Na engenharia, os conhecimentos científicos, técnicos e empíricos são aplicados para exploração dos recursos naturais e para a concepção, construção e operação de utilidades.

Resolução de problemas

Os engenheiros aplicam as ciências físicas e matemáticas na busca por soluções adequadas para problemas ou no aperfeiçoamento de soluções já existentes. Mais do que nunca, aos engenheiros é agora exigido o conhecimento das ciências relevantes para os seus projetos, o que resulta que eles tenham que realizar uma constante aprendizagem de novas matérias ao longo de todas as suas carreiras.
Se existirem opções múltiplas, os engenheiros pesam as diferentes escolhas de projeto com base nos seus méritos e escolhem a solução que melhor corresponda aos requisitos. A tarefa única e crucial do engenheiro é identificar, compreender e interpretar os constrangimentos de um projeto, de modo a produzir o resultado esperado. Normalmente, não basta construir um produto tecnicamente bem sucedido, sendo também necessário que ele responda a outros requisitos adicionais.
Os constrangimentos podem incluir as limitações em termos físicos, criativos, técnicos ou de recursos disponíveis, a flexibilidade para permitir modificações e adições futuras, além de fatores como os custos, a segurança, a atratividade comercial, a funcionalidade e a suportabilidade. Através da compreensão dos constrangimentos, os engenheiros obtêm as especificações para os limites dentro dos quais um objeto ou sistema viável pode ser produzido e operado.
Tipicamente, os engenheiros irão tentar prever o quão bem os seus projetos se irão comportar em relação às suas especificações, antes de ser iniciada a produção em larga escala. Para isso, irão empregar, entre outros: protótipos, maquetes, simulações, testes destrutivos, testes não destrutivos e testes de esforços. Testar assegura que o produto irá comportar-se de acordo com o esperado.
Como profissionais, os engenheiros levam a sério a sua responsabilidade em produzir projetos que se comportem conforme o esperado e que não causem males não intencionados ao grande público. Tipicamente, os engenheiros incluem uma margem de segurança nos seus projetos para reduzir o risco de falha inesperada. contudo, quanto maior a sua margem de segurança, menos eficiente se poderá tornar o projeto.
A engenharia também se ocupa do estado dos produtos falhados. A sua aplicação é muito importante a seguir a desastres como o colapso de pontes ou a queda de aviões, onde uma análise cuidadosa é necessária para descobrir as causas das falhas ocorridas. Este estudo poderá ajudar o projetista a avaliar o seu projeto com base em condições reais ocorridas no passado com projetos semelhantes.

 

sábado, 14 de janeiro de 2012

Origens da Engenharia Militar


A primeira civilização a ter uma força especialmente dedicada à Engenharia Militar foi talvez a Romana. As Legiões Romanas tinham um corpo de engenheiros conhecidos por "architecti". A Engenharia Militar Romana tornou-se proeminente entre as suas contemporâneas e a escala de certos dos seus feitos, tais como a construção de fortificações com comprimentos superiores a 60 km, em apenas algumas semanas.
O advento da pólvora e a invenção do canhão deram novo impulso à Engenharia, que teve de adaptar suas fortificações para fazer face ao poder das novas armas. Mas foi na França que a Engenharia Militar científica começou a surgir com a primeira escola de Engenharia do mundo.
Grandes matemáticos foram Engenheiros Militares de Napoleão, tais como Gaspard Monge (criou a geometria descritiva como solução de um problema de fortificações e que foi segredo militar durante 15 anos na França), Fourier, Laplace, entre outros.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Engenharia nuclear


Explorar os incríveis poderes dos átomos é um antigo sonho humano. A Engenharia Nuclear foi criada justamente para controla-los.

Engenheiros nucleares pesquisam e desenvolvem os processos, instrumentos e sistemas para laboratórios governamentais, indústrias privadas e universidades que aproveitam os benefícios da radiação e da energia nuclear em prol da sociedade. Eles planejam como usar materiais radioativos em manufatura, agricultura, medicina, geração de energia e diversas outras formas. Muitos engenheiros nucleares projetam, desenvolvem, monitoram e operam usinas nucleares, usadas para gerar energia. Eles podem trabalhar no ciclo de combustível nuclear - a produção, manuseio e uso de combustível nuclear e o processamento seguro do lixo produzido pela geração de energia nuclear. Outros pesquisam a produção de energia por fusão nuclear. Alguns se especializam no desenvolvimento de fontes de energia para espaçonaves utilizando materiais radioativos. 

Outros ainda desenvolvem e mantêm a tecnologia de imagens nucleares usada para diagnosticar e tratar problemas médicos.

Este ramo da Engenharia busca pesquisar e controlar o incrível poder potencial que existe dentro dos átomos.
Este poder, chamado de Energia Nuclear ou então Energia Atômica é um dos maiores poderes conhecidos pela raça humana, sendo a base também para a construção de nossa arma mais poderosa, no caso, as Bombas Atômicas.

Sendo usada para o bem, gerando Energia Elétrica e contribuindo para a Medicina, ou então para o mal na construção de Armas de Guerra, a questão da Energia Nuclear é um dos ramos da ciência mais promissores atualmente.

Considerada durante boa parte do século XX, uma mera especialização da Engenharia Química, a Engenharia Nuclear só passou a ser considerada uma Engenharia Plena (ou independente) a partir da Segunda Guerra Mundial.

A partir desta época com o desenvolvimento das primeiras Usinas Nucleares e também da Bomba Atômica poucos anos depois, a Engenharia Nuclear deu um grande avanço, passando de uma ciência teórica para se tornar uma ciência cada vez mais prática.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Engenharia de transporte


O transporte é um fator essencial à vida como conhecemos hoje.  Ele foi importante para muitas sociedades no passado e o será mais ainda para as sociedades do futuro.  A adequação do sistema de transportes é assim um excelente índice do desenvolvimento econômico de um país.

A engenharia de transportes é um dos grandes ramos de atuação da engenharia civil, compreendendo o estudo: da técnica das estradas rodoviárias e ferroviárias, hidrovias, portos e pistas de aeroportos, engenharia de tráfego; sistemas de comunicação; modelos de planejamento em transportes, estudos de viabilidade, entre outros.

A primeira função dos transportes é a de ligar a população ao uso da terra, pelo movimento de pessoas e bens, de um lugar para outro.    O homem e a sua capacidade de produzir não estão assim limitados ao seu meio local.    Com os transportes o homem torna-se capaz de expandir os seus interesses e a sua influência sobre o mundo inteiro, e, ao lado disto, passa a ser influenciado pelos contactos com outros povos e lugares.   O fato de nem sempre tais contactos terem sido mutuamente benéficos não diminui o significado dos transportes.

O transporte traz óbvias contribuições à economia e à atividade industrial e contribui também para o desenvolvimento cultural de uma nação.

Fonte: UTFPR 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Educa Mais Brasil

O Educa Mais Brasil oferece bolsa de estudo de 50% do Ensino Fundamental a Pós-Graduação (Presencial e EAD) a estudantes que não podem pagar uma mensalidade integral.

O Programa tem 8 anos de atuação no mercado e já aprovou mais de 70 mil alunos em mais de 200 Instituições parceiras em todo o Brasil.

As inscrições para o Programa são gratuitas e podem ser feitas através do site www.educamaisbrasil.com

Maiores informações pela Central de Atendimento: 0800 724 7202 de segunda a sexta-feira das 9:00haàs 18:00h e sábado das 08:00 as 16:00h ou através do email: sac@educamaisbrasil.com

- Bolsa de 50% da mensalidade;
- Ensino Fundamental a Pós-Graduação (Presencial e EAD);
- Instituições em todo Brasil;
- Não há pagamentos adicionais após a formatura;
- Mais de 70 mil alunos aprovados;
- Maior programa de Bolsas de Estudo do Brasil.


Site: Educa Mais Brasil
Facebook: Facebook EducaMais Brasil

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Engenharia de Segurança do Trabalho





É o ramo da engenharia responsável por prevenir riscos à saúde e à vida do trabalhador. O engenheiro de segurança do trabalho tem a função de assegurar que o trabalhador não corra riscos de acidentes em sua atividade profissional, sejam eles danos físicos, sejam danos psicológicos. É ele quem fica encarregado de administrar e fiscalizar a segurança no meio industrial, organizando programas de prevenção de acidentes, elaborando planos de prevenção de riscos ambientais, fazendo inspeções e emitindo laudos técnicos.. O engenheiro de segurança pode, ainda, ministrar palestras e treinamentos e implementar programas de meio ambiente e ecologia.

O curso
O currículo apresenta um leque variado de disciplinas. O aluno estuda muita física, química e matemática - matérias relacionadas à engenharia e à arquitetura, que dão conhecimento para os projetos de segurança e diagnósticos de riscos no trabalho. A grade abrange ainda filosofia, cidadania, antropologia e psicologia, fundamentais para que o estudante entenda os aspectos culturais e sociais relacionados à profissão. Além disso, há disciplinas mais específicas, como ergonomia (estudo da relação entre homem, meio e ferramenta de trabalho, a fim de proporcionar o máximo de conforto, segurança e produtividade), higiene do trabalho (ruído, vibração, temperatura), primeiros socorros, toxicologia e uso correto de máquinas, equipamentos e ferramentas. Antes de se formar, o aluno deve passar ainda por um estágio e apresentar um trabalho de conclusão de curso.

Duração média: quatro anos.

Outros nomes: Eng. de Saúde e Seg.; Eng. de Seg. no Trab.
Funções de um engenheiro de segurança do trabalho - CBO 0-28.40
O quadro de Segurança do Trabalho de uma empresa compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Estes profissionais formam o que chamamos de SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os empregados da empresa constituem a CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. São funções do engenheiro de segurança do trabalho:
  • assessora empresas industriais e de outro gênero em assuntos relativos à segurança e higiene do trabalho, examinando locais e condições de trabalho, instalações em geral e material, métodos e processos de fabricação adotados pelo trabalhador, para determinar as necessidades dessas empresas no campo da prevenção de acidentes;
  • inspeciona estabelecimentos fabris, comerciais e de outro gênero, verificando se existem riscos de incêndios, desmoronamentos ou outros perigos, para fornecer indicações quanto às precauções a serem tomadas;
  • promove a aplicação de dispositivos especiais de segurança, como óculos de proteção, cintos de segurança, vestuário especial, máscara e outros, determinando aspectos técnicos funcionais e demais características, para prevenir ou diminuir a possibilidade de acidentes;
  • adapta os recursos técnicos e humanos, estudando a adequação da máquina ao homem e do homem à máquina, para proporcionar maior segurança ao trabalhador;
  • executa campanhas educativas sobre prevenção de acidentes, organizando palestras e divulgações nos meios de comunicação, distribuindo publicações e outro material informativo, para conscientizar os trabalhadores e o público, em geral;
  • estuda as ocupações encontradas num estabelecimento fabril, comercial ou de outro gênero, analisando suas características, para avaliar a insalubridade ou periculosidade de tarefas ou operações ligadas à execução do trabalho;
  • realiza estudos sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais, consultando técnicos de diversos campos, bibliografia especializada, visitando fábricas e outros estabelecimentos, para determinar as causas desses acidentes e elaborar recomendações de segurança.
O mercado de trabalho
Embora seja uma graduação nova, já é possível perceber um mercado para esse profissional, porque o Ministério do Trabalho impõe normas a serem seguidas pelas empresas para garantir o bem-estar e segurança de seus funcionários.. Os bacharéis encontram emprego em empresas de médio e grande portes, que mantêm uma equipe para cuidar dos assuntos relacionados à segurança, atuando ao lado do técnico de segurança, do médico laboral, do enfermeiro e auxiliares. Esse engenheiro deve ficar atento às atividades diárias dos fune
Segurança do Trabalhocionários, prover orientação aos gestores e diretores quanto às normas previstas na legislação trabalhista e fornecer apoio aos funcionários recém-contratados. O engenheiro de segurança do trabalho pode ainda optar por atuar como autônomo, prestando consultoria para as empresas.
Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).


Fonte: Guia do estudant

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Algoritmos


ALGORITMO 
O Algoritmo é uma ferramenta utilizada para resolução de problemas por um computador, baseada numa seqüência de passos/operações e a forma como os dados serão armazenados. Ou seja, se define como “um conjunto finito de regras que fornece uma seqüência de operações para resolver um problema específico (CRUZ, 1997)”.

Um algoritmo possui cinco características importantes: Finitude, definição, entradas, saídas, efetividade. O algoritmo tem que terminar após um número finito de passos. Estes passos têm de estar bem definidos. Ele também deve ter zero ou mais entradas e uma ou mais saídas que tem relação com o numero de entradas oferecidas para seu início. E por fim, as operações têm de ser básicas para serem executadas com precisão em um tempo finito.

a) Programação

Um programa é um tipo de algoritmo e se define como “um conjunto de instruções que será executado pelo processador de um computador em uma determinada seqüência” (MEDINA, 2006). Ou seja o computador executa uma tarefa através de um programa. A programação de computações é feita através de um código que relaciona a linguagem da máquina, esta composta exclusivamente de números, com uma linguagem de fácil compreensão: linguagem de montagem. Para a execução dum programa pelo computador é necessário o uso de um compilador, um tipo de programa que traduz a linguagem de montagem ou código-fonte para a linguagem da máquina.

b) Linguagens de Programação

Pode ser definida como: “Um conjunto limitado de instruções (vocabulário), associado a um conjunto de regras (sintaxe) que define como as instruções podem ser associadas, ou seja, como se pode compor os programas para a resolução de um determinado problema”. Ou seja um método padronizado para expressar instruções para um computador. Dente os tipos de linguagens de programação tem- se:
1. Assembly: Criada na década de 50, o Assembly foi das primeiras linguagens de programação a aparecer. Ela usa uma sintaxe complicada e "exageradamente" difícil, isto porque, antes da década de 50 os programadores de máquinas tinham que escrever instruções em código binário para escrever uma instrução
2. Fortran: Esta linguagem Fortran (Formula Translator) é uma linguagem de Alto nível, que foi criada partindo do problema e da dificuldade apresentadas pelo Assembly. Apareceu também na década de 50 e foi considerada uma das melhores linguagens da época.
3. Pascal: Outra linguagem de Alto nível dos anos 60, bem estruturada, mas com regras rígidas, o que a torna difícil de modelar, para se criar novas idéias.
4. Cobol: Foi uma linguagem usada para a criação e estruturação de bancos de dados financeiros nos anos 60 que ainda hoje é usada por este tipo de serviços. Comparada com o Pascal e o Assembly, esta linguagem é bem amigável e bastante acessível e actualmente serve para várias tarefas
5. Linguagem C: Poder-se-ia dizer que o C é uma das maravilhas das linguagens de programação. Muitos dos programas existentes hoje foram escritos nesta linguagem. O C foi desenvolvido nos laboratórios Bell na década de 70, e possui as seguintes características:
  • Portabilidade entre máquinas e sistemas operacionais
  • Dados compostos em forma estruturada
  • Total interação tanto com o SO como com a máquina
  • Código compacto e rápido

6. C++: Uma linguagem que adiciona ao C um conjunto de recursos a mais, como o próprio nome sugere. O C++ é o C orientado a objetos.
7. Java, C #: As linguagens em ascensão no fim dos anos 90 e começo do ano 2000, são linguagens de alto poder de abstração e com boas capacidades de virtualização, o que lhes conferem boas possibilidades de independência de plataforma, embora estas características ainda estão sendo melhoradas.
8. PHP: O PHP apareceu em 1994 e pretendeu revolucionar o mercado de linguagens na criação de scripts para a internet.

c) Representação de Algoritmos

Dentre as formas de representação de algoritmos mais conhecidas podemos citar:

• Descrição Narrativa

Os algoritmos são expressos diretamente em linguagem natural. Um exemplo é uma receita de bolo. Esta representação é pouco utilizada por dá margem a imprecisões e interpretações errôneas.

• Fluxograma Convencional

É uma representação gráfica que emprega formas geométricas padronizadas para indicar as diversas ações e decisões que devem ser executadas para resolver o problema. Esta é mais precisa que a anterior, contudo não se preocupa com detalhes de implementação do programa, como tipo de variáveis.

• Pseudo- linguagem

Emprega uma linguagem intermediária entre a linguagem natural e uma linguagem de programação para descrever os algoritmos. Esta é rica em detalhes, como a definição dos tipos de variáveis.

d) Tipos de Dados

As linguagens de programação estabelecem regras par definir os dados que serão utlizados. Existem três tipos básicos de dados que a linguagem irá manipular:
1.Dados numéricos:

O algoritmo pode manipular dois tipos de dados numéricos: os dados inteiros (que não possuem componentes decimais ou fracionários) e os dados reais (que incluem os inteiros, fracionários e irracionais).
2.Dados alfa-numéricos:

Dados alfa-numéricos servem para tratamento de textos e normalmente são compostos por uma seqüência de caracteres contendo letras, algarismos e caracteres de pontuação. Nos algoritmos são normalmente representados por uma seqüência de caracteres entre aspas.
3.Dados Lógicos:

Este tipo de dados é aplicado durante o processo de tomada de decisões que o computador é obrigado a fazer. Em muitos textos este tipo de dados também é chamado de dados booleanos, devido à significativa contribuição do matemático George Boole à área da lógica matemática. Os dados deste tipo somente podem assumir dois valores: verdadeiro e falso.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

TEORIA DAS FILAS


Segundo Luciano Cajado a Teoria das filas “tenta através de análises matemáticas detalhadas encontrar um ponto de equilíbrio que satisfaça o cliente e seja viável economicamente para o provedor do serviço”.


A teoria das filas é um ramo da probabilidade que estuda a formação de filas, utilizando para isto análises matemáticas e propriedades das filas. Através da teoria das filas é possível prever o comportamento de um sistema que ofereça serviços e cuja demanda cresce aleatoriamente.

Esta teoria é um tipo de técnica disponível para a modelagem de sistemas, que aborda o assunto através de fórmulas matemáticas.


A abordagem matemática das filas se iniciou em 1908 na Dinamarca, Copenhague, através de A. K. Erlang, considerado o pai da teoria das filas, quando trabalhava em uma companhia telefônica estudando o problema de redimensionamento de centrais telefônicas, porém, somente a partir da segunda guerra mundial que a teoria foi aplicada a outros problemas de filas.

A modelagem de filas tem sido usada nas seguintes áreas: no transporte ferroviário, rodoviário, marítimo e no transporte de elevadores; na comunicação, no processamento de dados, dentre outros.


Definições
Para o estudo da teoria das filas faz-se necessário o conhecimento de alguns termos comuns. São estes:

· Filas - Segundo Feofiloff fila é uma estrutura de dados que permite a entrada de novos elementos e remoção de elementos antigos.
· Rede de filas – Compreende o conjunto das entidades interligadas, que oferecem serviços, e de usuários;
· Centro de serviço - Representa os recursos do sistema, podendo incluir um ou mais servidores e um conjunto de clientes que esperam pelo serviço;
· Fila - São os clientes que estão esperando pelo serviço, juntamente com os que já estão sendo atendidos por algum dos servidores;
·Fila de espera – Neste caso somente são considerados os clientes que estão aguardando pelo atendimento.

Sistema de filas
A presença de filas ocorre quando a procura por um determinado serviço é maior que a capacidade que um determinado sistema tem de prover este serviço.
Um sistema de filas pode ser entendido como clientes chegando, esperando pelo serviço, quando não são atendidos de imediato e saindo do sistema após terem sido atendidos. É importante compreender que "Cliente", em teoria das filas, deve ser entendido como um termo genérico, e, portanto não se refere somente a seres humanos, podendo este conceito abranger outros aspectos.
São várias as aplicações da teoria das filas. Entre as muitas existentes destacam-se pela sua importância:

· Fluxo de tráfego (aviões, carros, pessoas, comunicações);

· Escalonamento (pacientes em hospitais, programas em computadores);

· Prestação de serviços (bancos, correios, lanchonetes).

Componentes de um sistema de filas

Um sistema de filas consiste no processo de chegada, da distribuição do tempo de serviço, do número de servidores, da capacidade do sistema, da população de usuários e da disciplina de atendimento.

a) Processo de chegada
O processo de chegada é o indicador do padrão de chegada dos clientes no sistema. Apresenta comportamento estocástico, isto é, as chegadas ocorrem no tempo e no espaço obedecendo as leis da probabilidade, fazendo-se necessário conhecer qual a distribuição de probabilidade que descreve os tempos entre as chegadas dos clientes.
A distribuição mais comum é a de Poisson, o que significa que os tempos entre as chegadas são distribuídos de forma exponencial.
Clientes podem chegar simultaneamente (chegada em batch) e se for possível, é necessário saber a distribuição de probabilidade do tamanho do batch. As reações do cliente na fila podem variar. O cliente pode esperar independentemente do tamanho da fila, pode decidir não entrar no sistema quando a fila está muito grande, como pode também esperar na fila durante um determinado tempo e desistir antes de ser atendido. É possível também a hipótese do cliente mudar de uma fila para outra em sistemas com servidores paralelos.
O padrão de chegada de clientes em função do tempo pode ser permanente e neste caso, a distribuição de probabilidade que descreve as chegadas não depende do tempo. Também pode ser não-permanente, ou seja, o padrão de chegada muda com o tempo.

b) Distribuição do tempo de serviço
Assim como ocorre no processo de chegada, também é necessário conhecer a distribuição de probabilidade do tempo de serviço, sendo válidas as mesmas distribuições apresentadas.
O estado pode ser independente o que significa que o processo de atendimento não depende do número de clientes que esperam pelo serviço. Em compensação, em um estado dependente, o processo de atendimento muda de acordo com o número de clientes que aguardam na fila.
Assim como acontece no processo de chegada, o padrão de serviço pode variar de acordo com o tempo e caso não ocorra variação o padrão é dito estacionário.

c) Número de servidores
Também conhecido como número de canais de serviço, este indicador refere-se a quantidade de "pontos de atendimento" do sistema, de forma a servir aos clientes paralelamente. Um sistema que possui mais de um servidor pode ocorrer de duas formas: Em um sistema de fila única para todos os servidores, como em um caixa de banco ou em um sistema de múltiplas filas, uma para cada servidor, como em um caixa de supermercado.

d) Capacidade do sistema
Está relacionado ao número máximo de clientes que o sistema suporta. A capacidade pode ser infinita, sendo mais fácil de estudar, ou finita. Se a capacidade de um sistema for finita, quando este estiver lotado nenhum cliente pode entrar no sistema até que um cliente saia dele, liberando espaço.

e) População de usuários
Refere-se ao potencial de clientes que podem chegar a um sistema. Este componente pode ser finito ou infinito.

f) Disciplina de atendimento
Descreve a forma como os clientes saem da fila de espera para serem atendidos. São estas:
· FCFS (First Come, First Served): O primeiro cliente a chegar é o primeiro a ser atendido. Esta disciplina é a mais comum, principalmente na vida diária;
· FIFO (First In, First Out): O primeiro a entrar é o primeiro a sair;
· LCFS (Last Come, First Served): O último cliente a chegar é o primeiro a ser atendido;
· LIFO (Last In, First Out): Último a Chegar, Primeiro a Sair. Esta disciplina de fila é aplicável em sistemas em que o item mais recente é mais fácil de ser recuperado, por exemplo, um sistema de controle de estoque;
· Fila com prioridade: A cada cliente é atribuída uma prioridade; e aqueles clientes que possuem maior prioridade têm preferência no atendimento. Pode ser de dois tipos:
Preemptivo: o cliente com maior prioridade é atendido imediatamente, sendo necessário interromper o atendimento ao cliente com menor prioridade. Ao terminar o atendimento do cliente preferencial, o cliente de menor prioridade volta a ser atendido, devendo continuar o processo de onde parou ou então reiniciá-lo;
Não-preemptivo: o cliente com maior prioridade é direcionado para o início da fila, mas só é atendido quando o cliente em atendimento sai do sistema, mesmo se este for de prioridade mais baixa;
· Round-robin (algoritmo): Cada cliente recebe uma fatia de tempo do servidor, denominado quantum, dentro da qual deve ser atendido. Após o término do quantum, se a atividade não foi completada, o cliente deve ser retirado do sistema e outro passa a ser atendido em seu lugar. Posteriormente, o cliente que foi interrompido retorna ao servidor e continua a sua atividade. É muito comum em escalonamento de processos da CPU.

Tipos de filas:

· · 1 fila e 1 servidor;

· · 1 fila e n servidores;

· · m filas e n servidores;

· · filas especiais (ex: caixas expressos de supermercados);

· · filas que seguem uma alteração dinâmica do sistema de atendimento.
texto elaborado por: Felipe Ribeiro, Katiucia Almeida, Rafaela dos Anjos, Raymundo Neto, Vanessa Prado.

sábado, 17 de dezembro de 2011

A História da Tabela Periódica

A tabela periódica a que hoje temos acesso não foi sempre igual desde que foi criada, tendo sofrido muitas alterações.
A tabela periódica “nasceu” da necessidade de agrupar os elementos que tinham propriedades químicas e físicas semelhantes, e separar os que não tinham nada em comum.
Desde a primeira tentativa de Dobereiner de classificar os elementos, a tabela periódica sofreu inúmeras alterações, passando por Chancourtóis, Newlands, Meyer e Mendeleev.

O nome "Tabela Periódica" é devido à periodicidade, ou seja, à repetição de propriedades, de intervalos em intervalos.
A base da classificação periódica atual é a tabela de Mendeleev, com a diferença de que as propriedades dos elementos variam periodicamente com seus números atómicos e não com os pesos atómicos, como era a classificação feita por Mendeleev.
A Tabela Periódica atual é formada por 109 elementos distribuídos em 7 linhas horizontais, cada uma sendo chamada de período. Os elementos pertencentes ao mesmo período possuem o mesmo número de camadas de electrões.

Um pré-requisito necessário para construção da tabela periódica, foi a descoberta individual dos elementos químicos. Embora os elementos, tais como ouro (Au), prata (Ag), Estanho (Sn), cobre (Cu), chumbo (Pb) e mercúrio (Hg) fossem conhecidos desde a antiguidade. A primeira descoberta científica de um elemento, ocorreu em 1669, quando o alquimista Henning Brand descobriu o fósforo.


Durante os 200 anos seguintes, um grande volume de conhecimento relativo às propriedades dos elementos e seus compostos, foram adquiridos pelos químicos. Com o aumento do número de elementos descobertos, os cientistas iniciaram a investigação de modelos para reconhecer as propriedades e desenvolver esquemas de classificação.

A primeira classificação foi a divisão dos elementos em metais e não-metais. Isso possibilitou a antecipação das propriedades de outros elementos, determinando assim, se seriam ou não metálicos.

domingo, 27 de novembro de 2011

#16 Por livre e espontânea pressão

"mais mudanças..."

[5º SEMESTRE]

5º semestre começando e como de costume mais mudanças. Desta vez toda minha turma foi transferida para a noite, por livre e espontânea pressão.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

#15 Stand-up comedy

"Lição de sobrevivência nº 1: Sempre ria das piadas sem graça do seu professor"

Todo mundo no mundo já teve algum professor comédia. Aquele professor que a galera adora assistir as aulas e que por ser engraçado chama muito a atenção. Mas nem todo mundo no mundo tem talento para ser comediante. E quando a gente não tem graça o melhor mesmo é não tentar fazer gracinha nenhuma.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

#14 Mulheres e suas fofocas

"como as mulheres falam..."

Professora Elisa era uma amor de pessoa. Sempre muito sorridente, muito alegre e muito bonita também. Quem via pensava até que era modelo. Só tinha um defeitinho: adorava um resenha!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

#13 Vou alí tomar um cafezinho...

"Até amanhã então professor!"

Minha matéria preferida no 4º semestre se chamava Pesquisa Operacional I, ou simplesmente PO, e era lecionada pelo Professor Cássio Calado. Uma figura inconfudível: baixinho, gorducho e adorava contar vantagens em belíssimas narrativas da sua vida.

sábado, 19 de novembro de 2011

#12 Uma sala vazia

"cri cri cri"

[4º SEMESTRE]

Não sei se com todo mundo é assim, mas pelo menos comigo estudar em uma faculdade está sendo um eterno processo de adaptação.

Ao contrário do ensino fundamental e do ensino médio, onde nós alunos tínhamos um ano inteiro de estabilidade (mesmos colegas, mesmos professores, mesma sala, mesmas disciplinas) e que muitas vezes esta estabilidade se mantinha no ano seguinte, estar estudando numa faculdade, muito desorganizada por sinal, tem sido para mim estar aberto para mudanças.