Engenheiro elétrico NÃO! Engenheiro eletricista! Afinal não é possível ligá-los na tomada! Brincadeiras a parte o engenheiro eletricista é aquele que está presente em todos os aspectos que envolvem a energia, desde a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição até o uso nas residências e no comércio. Dessa forma o engenheiro eletricista pode atuar em áreas tais como:
Automação:
Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.
Eletrônica:
Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por rádiofreqüência, entre outros.
Eletrotécnica (potência e energia):
Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar e dar manutenção a redes de alta tensão.
Engenharia biomédica:
Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir e fazer a manutenção de equipamentos.
Instrumentação:
Projetar e desenvolver equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores. Microeletrônica:
Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.
Telecomunicações:
Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.
A engenharia elétrica é o ramo da engenharia que lida com o estudo e a aplicação da energia elétrica e do eletromagnetismo e no que diz respeito à energia elétrica temos basicamente:
*Geração (usinas/fábricas geradoras hidrelétricas, termoelétricas, nucleares);
*A Transmissão ou o Transporte (linhas de transmissão de alta tensão) (AT) e extra alta tensão (EAT);
*A Distribuição e utilização nas residências, nas indústrias (controle e automação, máquinas elétricas, motores elétricos);
*Telecomunicações (telefonia fixa e celular, rádio, televisão, internet);
*Informática;
*Eletrônica.
O engenheiro eletricista é o profissional dedicado ao desenvolvimento e à aplicação de um conjunto de conhecimentos científicos necessários à pesquisa, ao projeto e à implementação de sistemas diversos utilizados para efetuar o processamento da energia elétrica e da informação na forma de sinais elétricos digitais e analógicos. Nesta prática, são considerados os aspectos de qualidade, confiabilidade, custo e segurança, bem como os de natureza ecológica e ética profissional.
O campo de trabalho é vasto e inclui empresas de energia elétrica e telecomunicações, escritórios de projetos e consultoria, firmas de montagem e manutenção de instalações elétricas e de telecomunicações, indústrias diversas e empresas comerciais de pequeno e grande porte, manutenção de equipamentos e componentes eletro-eletrônicos, hospitais, empresas de radiodifusão, informática etc.
As perspectivas quanto ao progresso do curso são boas e tendem a uma melhoria das oportunidades de trabalho, dada a grande demanda por serviços nessas áreas e aos grandes investimentos, públicos e privados, que serão feitos nos próximos anos, no campo da Engenharia Elétrica.
Outra coisa importante a se falar é que desde 2003, com a implatação do programa Luz para Todos pelo Ministério de Minas e Energia, cujo objetivo é iluminar áreas rurais de todo o Brasil, levar energia elétrica para 15 milhões de brasileiros, privados dessa comodidade, se tornou uma meta a ser cumprida e o engenheiro eletricista está diretamente ligado a isso.
O curso:
Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano. Duração média de 5 anos.

Outros nomes: Eng. de Prod. Eletromec.; Eng. de Prod. em Contr.e Autom.; Eng. Eletrôn.; Eng. Eletrôn. (com ênf. em autom. ind.);Eng. Eletrôn. (ênf. em autom. e contr.); Eng. Eletrôn. (ênf. em autom.e telecom.); Eng. Eletrôn. (ênf. em autom. ind.); Eng. Eletrôn.(ênf. em telecom.); Eng. Eletrôn. e de Comput.; Eng. Eletrôn. e deTelecom.; Eng. Eletrot.; Eng. Ind. Elétr.; Eng. Ind. Elétr. (autom.);Eng. Ind. Elétr. (eletrôn.); Eng. Ind. Elétr. (eletrôn./telecom.);Eng. Ind. Elétr. (eletrot.); Eng. Ind. Elétr. (telecom.)